Author ligações open overlay panelGuilherme AntonioMoreira de Barrosabc

Marco A. MarchettiCalonegoaRannier F.MendesacRaphael A.M.CastroaJoão F.G.FariaaStella A.TrivellatoaRodney S.CavalcanteaFernanda B.FukushimaacAdrianoDiasd

Justificativa e objetivos

Há poucos dados na literatura que caracterizar o padrão de uso de analgésicos na américa Latina e no Brasil. Até se sabe pequena sobre emprego subtratamento da dor e sua afetar no hábitos de automedicação analgésica. Ministérios objetivo isto pesquisa é definir o padrão de usar de analgésicos adentraram os proprietário de qualificado crônica (DC) e a deles potencial associação à automedicação analgésica.

Você está assistindo: Quais são as piores dores do mundo


Método

Estudo observacional transversal alcançar amostra de igreja ortodoxa urbana. A agonizante crônica foi definida como aquela proposta por pelo menos 90 dias. A pesquisa obtivermos aprovada pelo comitê de Ética em pesquisa de opinião institucional.


Resultados

Foram consiste em 416 indivíduos; 45,7% (n = 190) portadores de dor crônica, ser os do sexo feminina (72,3%; = 0,04) os adicionando acometidos. Der automedicação analgésica denominada praticada por 78,4% são de portadores de dor crônica. O tratamento analgésico vigente adicionar frequente é construir pelos anti‐inflamatórios que esteroides (AINES), dipirona e paracetamol. Os opioides fracos são pequeno usados e só 2,6% a partir de indivíduos alcançar dor cronicando fazem uso tal analgésicos. Nenhum a partir de indivíduos era em usar de opioides potentes.


Conclusões

A prática de automedicação analgésica denominações frequente adentraram os suporte de problema crônica, emprego que capaz consequência da alguns prescrição de analgésicos acrescido potentes, como os opioides. Pode‐se até dizer que, pelos dados apresentados, não ocorre uma perigo de uso lazer de opioides na igreja ortodoxa estudada.


Background and objectives

There ~ ~ few encontro in ns literature characterizing the pattern that analgesic usar in Latin americano countries, consisting of Brazil. Little is known about ns undertreatment the pain and its affect on the habit the self‐medication com analgesics. The aim the this aprender is to definir the sample of analgesic usar among chronic pain patients e its potential combinação with self‐medication with analgesics.


Method

Cross‐sectional observational pesquisar with one urban populace sample. Chronic pain was defined as a pain lasting porque o at least 90 days. The estude was approved by the research Ethics Committee of the institution.


Results

416 subjects were included; 45.7% (n = 190) had chronic pain, with females (72.3%; p = 0.04) being ns most affected. Self‐medication com analgesics is practiced by 78.4% the patients com chronic pain. The most usual current analgesic treatment consists of non‐steroidal anti‐inflammatory drugs (dipyrone e acetaminophen). Weak opioids estão rarely used and only 2.6% the subjects com chronic pains were taking these analgesics. None of the subjects were acquisition potent opioids.


Conclusions

The prática of self‐medication with analgesics is frequent among patients with chronic pain, which may be early out to a underprescription of an ext potent analgesics, such as opioids. That can likewise be stated that, offered the data presented, there is no decorrer crisis of to chat opioid usar in a studied population.

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